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arteBA 2017

ArteBA es la feria de arte contemporaneo más importante de Argentina, que exhibe un calendario internacional con significativo protagonismo local. La edición de 2017, que irá del 24 al 27 de mayo, contará con charlas gratuitas que presentarán a Claudia Fontes, elegida para representar al país en la Bienal de Venecia, Marta Minujín, quien presenta su Partenón de libros prohibidos en Documenta 14 en Kassel, y Fernanda Laguna, quien será parte de la muestra Pacific Standard Time en Los Angeles.

Los números de ArteBA son similares a los del año pasado, aunque se incorporan 23 nuevas galerías. En total serán 91, provenientes de una veintena países, que exhibirán piezas de 370 artistas. Más del 50% de las obras provienen del exterior, se cree que un gran factor de influencia ha sido la reciente y fuerte presencia argentina en ARCO, la feria de arte de Madrid que este año tuvo a Argentina como invitada especial.

Alan Fontes

A série Casas Desconstruídas foi a penúltima individual do artista em São Paulo, com pinturas que propunham uma reflexão sobre a unidade da casa enquanto invólucro do corpo e sua desmaterialização como evento simbólico e universal.

Entre os vários interesses de Alan Fontes, sobressai o gosto por desastres domésticos em espaços de individualidades, sempre escorado na idéia da casa como um corpo que transforma sutilmente a representação de arquiteturas numa modalidade de retrato.

As noções de memória, advindas da consequente virtualização do mundo, reverberam na concepção de auto-retrato que passa a discutir um repertório de questões artísticas que em muito excedem a representação da face do pintor. O auto-retrato toma para si impasses profundos da arte atual e se coloca como pano de fundo para a discussão de questões como a noção de autoria, a idéia de “morte do autor” e ainda para se falar da inconstância do tempo e do espaço contemporâneo.

The series “Deconstructed Houses” was the penultimate individual show of the artist in São Paulo, with paintings that proposed a reflection about the unity of the House while the body casing and its dematerialization as symbolic and universal event.

Among the various interests of Alan Fontes, stands out the taste for domestic disasters in individuals, always anchored in the idea of home as a body that turns subtly representation of architectures in portrait mode.

The notions of memory, from the resulting world virtualization, reverberate in the design of self-portrait which shall discuss a repertoire of artistic issues which exceed the representation of the face of the painter. The self-portrait takes itself a deep current art issue and arises as the backdrop for the discussion of issues such as the notion of authorship, the idea of "death of the author" and even to speak of the inconstancy of time and space. 

Erika Malzoni

Erika Malzoni (Itapetininga 66 – vive e trabalha em São Paulo) faz uso de diversas mídias como formas de expressão. Seu trabalho resulta do interesse por materiais comuns, de pouco ou nenhum valor, que em geral são descartados ou encontrados ao redor. Esses objetos, destituídos de suas funções originais, são empregados como “matéria” alterada a relacionar-se com sua própria história ou por vezes associando novas narrativas. Tem interesse pelo desenho e na conexão estabelecida pela repetição, tensão, sobreposição, justaposição, organização e reposicionamento dos materiais, suscitando questionamentos como o excesso, a memória, o tempo e relações humanas.


Erika Malzoni uses various media as forms of expression. Her work results from her interest in ordinary materials, of little or no worth, which are often discarded and found around. These objects private from their original functions are employed as modified material to interact with their own purpose and history or, at times associating new narrative to compose her works. The focus is on drawing and in the connection established by repetition, tension, overlap, juxtaposition, organization and repositioning of the materials, raising questions such as excess, memory, time and human relationships.

Paula Klien

A artista multimídia carioca atuou em diferentes áreas da arte contemporânea como dança, música e fotografia. Ficou conhecida como fotógrafa, tendo 2 livros publicados e participando de importantes exposições e inúmeros projetos. Estudou na Escola de Artes Visuais Parque Lage (EAV), no laboratório de fotografia Steve Mc Curry em Nova Iorque e recentemente na Academia Kunstgut, em Berlim. Após longos anos dedicados à fotografia, Paula retoma o universo das artes plásticas e como primeira investigação encontra na tradição milenar do nanquim, um contraponto à sua experiência com a produção de imagens através de aparatos técnicos e máquinas. Em suas novas experiências, luz e sombra se transformam em base de sustentação para as abstrações monocromáticas e fluídas. Conceitualmente, a pesquisa está no campo da arte & espiritualidade, onde os processos são ferramentas de busca por transcendência, atemporalidade, silêncio e entrega. Na vivência entre a espontaneidade e o controle, entre a ação e a não-ação, o visível e o invisível, as formas são imprevisíveis e sem limites, sem bordas, desdobramentos do acaso. Parte desta série de 'obras-manifestações', participaram em fevereiro da sua primeira mostra individual “Invisibilities”, na galeria aquabitArt, Auguststrasse, Berlim, também das feiras Clio Art em NY e ArteBA em Buenos Aires.

Rio de Janeiro based multimedia artist Paula Klien has always been active in contemporary arts like dance, music and photography. Best known for her photography, she published 2 books, participated in important exhibitions and several individual projects. Paula studied at the Parque Lage Visual Arts School, at the Steve Mc Curry photography lab in New York City and most recently at the Kunstgut Academy of Fine Arts in Berlin. After many years dedicated to photography, Paula resumes the inquisition to her universe of fine arts and finds the millennial tradition of Chinese ink, the antithesis to her previous experience producing images with the use of technical apparatus and machines. In her new experience, light and shadow are converted into a cornerstone of fluid and monochromatic abstracts. Conceptually, this exploration is in the field of art and spirituality, where the process becomes the tool for the quest of transcendence, timelessness, silence and surrender. The intimacy between spontaneity and control, action and inaction, visible and invisible, as forms, are unpredictable and limitless with no boundaries and unfolding by chance. Several of these 'manifestation-works' were part of Paula´s first individual exhibition "Invisibilities" held in Berlin at aquabitArt gallery, Auguststrasse and at Clio Art in New York as well as ArteBA in Buenos Aires. 

arteBA

23 al 27 de mayo de 2017

14 a 21 h | Galeria Emma Thomas

STAND C 12  | Sección Principal

Avenida Sarmiento 2704

BUENOS AIRES | ARGENTINA

www.arteba.org