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Alan Fontes | EmmaThomas Gallery NY

The book of the wind

The show “The Book of the Wind ” by Alan Fontes is the first individual of the Brazilian artist in New York, opening the new headquarter of Emma Thomas Gallery at the “Lower East Side”.

The project is the result of an artist residency, unfolding of his research on tornadoes in TV news, internet and magazines. Since 2013, Fontes does this research from images of areas devastated by natural disasters or not. Specifically for this exhibition, the hurricane Sandy, which in 2012 has reached areas of New York and New Jersey, has been the object of study.

Documentary images from the original context become the poetic narrative of a single event. On the trajectory of the artist, painting and installation are the dominant languages of their creative process. The installations painting in the field expanded, opposed to the other means that highlighted the virtual character of painting through the contrast with a chaotic reality in continuous transformation, propositions that lead us to speculate about representation and presentation.

The installation is a sequence of the individual shows performed by the artist in two Brazilian cultural institutions: the “Pampulha Museum” in Minas Gerais and the “Centro Cultural Banco do Brasil” in Rio de Janeiro, as a result of the CCBB contemporary Award.

About Alan Fontes’ research:

The series “Deconstructed Houses” was the penultimate individual show of the artist in São Paulo, with paintings that proposed a reflection about the unity of the House while the body casing and its dematerialization as symbolic and universal event.

Among the various interests of Alan Fontes, stands out the taste for domestic disasters in individuals, always anchored in the idea of home as a body that turns subtly representation of architectures in portrait mode.

The notions of memory, from the resulting world virtualization, reverberate in the design of self-portrait which shall discuss a repertoire of artistic issues which exceed the representation of the face of the painter. The self-portrait takes itself a deep current art issue and arises as the backdrop for the discussion of issues such as the notion of authorship, the idea of "death of the author" and even to speak of the inconstancy of time and space.

ALAN FONTES

First Solo Show /NY

The Book Of The Wind

Opening AUGUST 8 TH  | 2016

6 to 9 PM | Until August 30 th

319 Grand St. 5th Floor

(Elevator on demand at 63 Orchard St.)

Lower East Side -New York-NY 

10002 | U.S.A

Gallery hours:

Tuesday through Saturday 12-7pm

Directions | By Train:

F, M, J, Z to Delancey St

B, D to Grand St

Contact Fernando +1 (718) 663 1266

fernando@emmathomas.com.br

juliana@emmathomas.com.br

monica@emmathomas.com.br

O Livro do Vento

A mostra O Livro do Vento de Alan Fontes é a primeira individual do artista brasileiro em Nova York, abrindo a nova sede da galeria Emma Thomas no Lower East Side

O projeto é resultado de uma residência artística, desdobramento de sua investigação sobre tornados divulgados em noticiários de TV, internet e revistas. Desde 2013, Fontes realiza esta pesquisa a partir de imagens de áreas devastadas por catástrofes naturais ou não. Especificamente para esta exposição, o furacão Sandy, que em 2012 atingiu áreas de Nova York e New Jersey, foi objeto de estudo.

Imagens documentais que separadas do contexto original se tornam a narrativa poética de um único evento. Na trajetória do artista, a pintura e a instalação são as linguagens preponderantes de seu processo criativo. As instalações tratam a pintura em campo expandido, contrapondo-a a outros meios que colocam em evidência o caráter virtual da pintura através do contraste com uma realidade caótica em contínua transformação, proposições que nos levam a conjecturar sobre representação e apresentação.

A instalação apresentada é uma sequência das individuais realizadas pelo artista em duas instituições culturais brasileiras: o Museu da Pampulha em Minas Gerais e o Centro Cultural Banco do Brasil no Rio de Janeiro, como resultado do Prêmio CCBB contemporâneo.

Sobre a pesquisa de Alan Fontes:

A série Casas Desconstruídas foi a penúltima individual do artista em São Paulo, com pinturas que propunham uma reflexão sobre a unidade da casa enquanto invólucro do corpo e sua desmaterialização como evento simbólico e universal.

Entre os vários interesses de Alan Fontes, sobressai o gosto por desastres domésticos em espaços de individualidades, sempre escorado na idéia da casa como um corpo que transforma sutilmente a representação de arquiteturas numa modalidade de retrato.

As noções de memória, advindas da consequente virtualização do mundo, reverberam na concepção de auto-retrato que passa a discutir um repertório de questões artísticas que em muito excedem a representação da face do pintor. O auto-retrato toma para si impasses profundos da arte atual e se coloca como pano de fundo para a discussão de questões como a noção de autoria, a idéia de “morte do autor” e ainda para se falar da inconstância do tempo e do espaço contemporâneo.